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o (não-)futuro da Europa

Maio 11, 2011

Estava lendo o debate sobre o estupro seguido de morte de Elin Krantz, que ocorreu há quase um ano, na Suécia.

Lá acabei topando com esse artigo, de 2007, e dois comentários de internautas me chamaram a atenção:

scrilla said… 3

cmon guys, europe is finished.

even if you weren’t being overrun by Islam, you would still be commies.

1/26/2007 3:52 PM

The Raccoon said… 19

I reckon there are two options:

a) Europe never wakes up or wakes up too late. It becomes a bunch of Islamic dictatorships/theocracies, with enslaved native populations. Very soon these states go to war against each other while continuing their war against everybody else; Europe is dead, China assimilates the remains, kills off or enslaves the Muslims.

b) Europe wakes up. In some states there are popular uprisings, in other the rise of fascist governments. Either way, the Muslims are killed, deported, put in concentration camps (and then killed/deported). Europe goes through a very difficult period, changing its face and nature for a long time to come.

Can anyone see another way out?

1/30/2007 1:39 PM

 

Ambos colocam o futuro da Europa num beco sem saída, diante de algumas poucas opções, todas igualmente sombrias. E como poderia ser diferente?

Os imigrantes JÁ estão lá. E continuam chegando. São um problema. Fato. No entanto, a maior parte dos políticos e mesmo os mais atingidos, os jovens, evitam falar no problema, afinal: they still be commies. Pega mal reconhecer problemas quando eles envolvem alguma das categorias que o politicamente correto decidiu chamar de coitados e perseguidos. Leia-se: homossexuais, negros, imigrantes e muçulmanos.

A crise é iminente. O conflito é inevitável. E a esquerda não terá uma resposta. O que dirá nosso amigo ativista dos direitos humanos, com sua camiseta do Che e chinelo de dedo, quando muçulmanos começarem a decapitar gays na França? Qual categoria de coitados ele vai defender primeiro?

A aliança da esquerda com o islã é um suicídio estratégico no médio prazo. Aliás, temos aí uma lição a aprender com os muçulmanos. A hombridade que os islamistas demonstram na defesa de suas crenças é justamente o que está faltando ao Ocidente. O bom é que a esquerda será esmagada pelos corvos que ela mesma criou, sob a sacrossanta égide do multiculturalismo. O ruim é que restará um continente muçulmano.

O outro cenário,  considerando que a Europa reaja, inevitavelmente levará a tensões terríveis e ao ressurgimento de alguns monstros que julgávamos sepultados pela história. Todas as vozes anti-imigratórias estão sufocadas, reprimidas, mas vivas. A falta de uma postura de resistência com âmbito nacional e abordagem socio-cultural (religiosa, inclusive), levará os opositores da imigração a se refugiarem em pequenos grupos extremistas, de métodos idem. Junte-se a isso um cenário fervilhante de conflitos culturais, numa europa inundada de imigrantes e prestes a sucumbir ao Islã, e temos um fósforo caindo na pólvora. É o cenário (b) do segundo comentário acima.

São poucos os países que ainda não foram tomados pela imigração (e, consequentemente, pelo Islã) ou pela esquerda (e, consequentemente, pela imigração, e, consequentemente, pelo Islã). A Suiça é um bom exemplo. Mas, considerando a islamização da maior parte da Europa, quanto tempo um país sozinho conseguirá oferecer resistência? Será a Suiça o novo Israel? Vale lembrar que o povo por lá anda armado e sabe se defender.

De um jeito ou de outro, o futuro não é nada animador. Quem, desolado com o andar desse nosso pobre país, pensava em abandonar o Brasil, já não encontra mais na Europa uma opção tão atraente assim. Os EUA vão pelo mesmo caminho, principalmente com Obama no poder, embora lá a resitência ainda seja maior. Nos resta ficar por aqui mesmo, botar a pipoca pra estourar, tomar um sal de fruta e assistir nosso país-continente acompanhar as Venezuelas e Bolívias da vida rumo ao buraco  sediando a Copa do Mundo. Superfaturada.

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4 comentários
  1. Rosimeri Carvalho da Silva permalink

    Li por curiosidade seu post e fiquei espantada com muitas coisas. Mas como estou acostumada a ler estas coisas na internet, nem vou comentar. Só comentarei uma que me chamou mais atenção e que está relacionada com falta de informação. Casualmente, hoje, ouvi de um doutor em economia que os índices que o Brasil tem alcançado vêm espantando o mundo inteiro. Que lá fora o que mais se comenta é o sucesso, a liderança e a vitalidade do Brasil e de sua economia. Falta muito pouco para ultrapassarmos o PIB francês. Os analistas acreditam que nenhuma crise vai parar o Brasil porque, finalmente, conseguimos perceber, apesar de nossa elite, que o investimento na distribuição de renda leva a uma dinâmica econômica fantástica. Acho que podemos, finalmente, nos livrarmos deste complexo de inferioridade, começar a educar melhor a nossa elite para que ela se pareça um pouquinho, só um pouquinho com parte nobre da elite européia que, há muito, distribuiu renda e possibilitou o progresso (em sentido amplo) que a elite brasileira tanto inveja, mas insiste em não copiar!

    • Gunnar permalink

      Indique, por favor, que analistas afirmam que a “distribuição de renda” (leia-se carga tributária sufocante de um lado e assistencialismo populista do outro) levaram a uma “dinâmica econômica fantástica” (esse é o nome que você dá para o inchaço da máquina estatal e a gastança desenfreada do governo?).

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