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A extinção dos europeus

Maio 9, 2011

[originalmente publicado no Dextra]

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O que sobrou da jovem sueca Elin Krantz, bárbaramente estuprada e morta por (adivinhe) um imigrante do Chifre da África em setembro de 2010: uma pequena prévia do que aguarda o continente europeu neste século 21.

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Fjordman: Europe News via View from the Right, 11 de fevereiro de 2011

Tradução: DEXTRA
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Em janeiro de 2011, o EU Observer afirmou que a França deve perder um caso na Corte Européia de Justiça por causa de sua negligência em relação ao Grande Hamster da Alsácia, uma espécie em risco de extinção. A Suécia estava prestes a ser levada aos tribunais pela Comissão Européia por permitir a caça ao lobo. Paris deve ser humilhada com uma multa de vários milhões de euros por não proteger os hamsters.
Observe como a União Européia se preocupa mais com os hamsters do que com os povos nativos de todo um continente, o berço da mais criativa e inovadora civilização na história da humanidade. Valemos menos do que pó. Não consigo me lembrar de ter visto um só relatório da União Européia, ou, a este respeito, do governo dos Estados Unidos, sobre a onda de violência racista contra os brancos nas maiores cidades causada pela imigração de povos alienígenas que é ativamente promovida pelas autoridades ocidentais. E no entanto, nós agora temos um relatório sobre os hamsters. Isto significa que as autoridades ocidentais se importam mais com hamsters do que com os europeus? Sim, provavelmente se importam mais, sim.
Se a UE se importasse com a preservação dos suecos, italianos, dinamarqueses, holandeses, ingleses, alemães, franceses ou poloneses a metade do quanto se preocupa com os animais, então talvez pudéssemos chegar a algum lugar.
A população humana total deste planeta, quando terminou a última Idade do Gelo, pode ter estado na casa dos 4 para 6 milhões de pessoas, menos do que a de uma cidade do tamanho de Londres, Paris ou Moscou hoje. Um outro modo de colocar a coisa é dizer que para cada pessoa viva na Terra por volta do ano 9000 AC, agora há pelo menos mil, talvez até duas mil, no começo do século 21. Isto deveria nos dar alguma perspectiva a respeito do quanto nosso número cresceu no curso dos últimos dez mil anos. Duas grandes revoluções causaram isto.
Com a Revolução Neolítica, a agricultura começou de forma mais ou menos independente em um punhado de regiões e se espalhou lentamente de lá durante milhares de anos. Entender que as sementes das plantas comestíveis poderiam ser coletadas e deliberadamente cultivadas foi um dos grandes pontos de inflexão da história, mas consumiu tempo. Muito embora os primeiros agricultores possam, ironicamente, ter gozado de menos tempo livre e ter tido mais problemas de saúde do que seus contemporâneos caçadores-coletores, seu número e a complexidade de suas sociedades aumentou tanto que eles levaram estes últimos à extinção. Comunidades estabelecidas consumindo produtos agrícolas agora possuiam um trunfo global, embora algumas poucas comunidades isoladas de caçadores-coletores ainda existissem aqui e ali. A maior e mais rápida transformação, entretanto, foi a Revolução Industrial.
Ao contrário da Revolução Neolítica, a Revolução Industrial começou em um único local — a Europa Ocidental — e se espalhou através do globo em umas poucas gerações, não em milhares de anos. Enquanto a velocidade da mudança mal era visível para uma pessoa no ano 6000 AC, um homem nascido em 1799 e que tenha vivido uma vida muito longa teria visto um mundo totalmente transformado. Quando ele fosse garoto, o modo mais rápido de transportar informações ou pessoas seria em geral à cavalo ou pela navegação em navios, como havia sido durante milhares de anos. Viagens de longa distância eram raras e incomuns. Na época de sua morte, estradas de ferro atravessavam continentes de um lado a outro, navios a vapor transportavam grandes volumes de produtos, carros com motores de combustão interna rodavam nas ruas, os primeiros aviões tinham voado e ondas de rádio haviam sido transmitidas através do Oceano Atlântico, seguindo os cabos telegráficos transatlânticos já existentes. Some um outro século, mais ou menos, e bilhões de pessoas viajam anualmente de avião para lugares distantes em poucas horas, com o turismo espacial em sua infância. Imensas quantidades de informações são transmitidas diariamente à velocidade da luz. Isto representa a maior revolução nas comunicações na história, tudo realizado dentro do espaço de um par de vidas humanas.
Na verdade, não havia esta coisa de “história do mundo” antes da expansão global européia nos últimos poucos séculos. Para o bem ou para o mal, os povos europeus criaram e integraram pela primeira vez uma civilização tecnológica realmente global e desenvolveram uma cultura internacional da ciência organizada onde antes não havia nenhuma. Esta foi uma realização extraordinária .
Poder-se ia pensar que sua parcela da população mundial cresceria de acordo com um sucesso a tal ponto enorme. Durante um tempo, foi o caso. Desde a Revolução Científica e mais ou menos até a Primeira Guerra Mundial – ou o Grande Fratricídio Europeu, como ela deveria ser chamada – ela cresceu e aí desabou durante o século 20. Em 2011, a parcela européia da população global é menor do que ela jamais foi na história registrada, mesmo que se contem seus descendentes no exterior, muito menor do que foi antes de os europeus criarem esta globalização, e a proporção continua a cair rapidamente. A porcentagem de europeus no mundo todo está se aproximando da dos brancos da África do Sul. Isto aconteceu em parte porque seus próprios números estagnaram — todas as nações européias, com exceção dos albaneses muçulmanos, atualmente têm taxas de natalidade abaixo do nível de reposição, algumas delas muito abaixo — mas principalmente porque as populações explodiram em outras partes do mundo. Parece que os europeus criaram um mundo do qual eles, em última análise, não se beneficiaram.
Uma pessoa nascida em 1970 na Suécia, um país sem nenhuma hístória colonial fora da Europa, teria começado a ir a escola em uma nação que ainda era quase 100% etnicamente homogênea. Se as tendências atuais se mantiverem, ele será uma minoria em sua própria terra quando for velho. Ele não só tem que aguentar isto ou ser socialemente rebaixado e talvez demitido de seu emprego ou coisa pior, ele tem que financiar a própria colonização e celebrá-la publicamente como um grande e positivo acontecimento. Não houve nenhuma invasão armada em grande escala aqui, nem alguma praga mortal devastou a população nativa, a menos, claro, que se conte o multiculturalismo como uma praga e talvez seja o caso.
Os brancos ocidentais deram a outros povos, inclusive a tribos ativamente hostis, as ferramentas necessárias para se multiplicarem além de suas capacidades nativas, os meios necessários para viajarem para nossos países, a legislação de direitos humanos necessária para se estabelecerem aqui e os Estados previdencirios necessários para nos explorarem.
Minha opinião pessoal é de que esta situação é tão anormal que ele não poderá se manter por muito tempo mais, nem isto irá acontecer. Em primeiro lugar, o mundo Ocidental simplesmente não possui mais a capacidade física de financiar toda esta loucura, mesmo que quisesse. Tenho fortes suspeitas de que a atual ordem política internacional criada pelo Ocidente logo implodirá e pode derrubar consigo muitas das redes que criou. O mais provável é que a população global não estará nem perto das 10 ou 12 bilhões de pessoas que muitos demógrafos agora prevêem para o ano 2100. O planeta simplesmente não consegue suportar um número desses.  Grande parte da África mal consegue se alimentar hoje e desabará sem uma contínua ajuda externa. O número de seres humanos tornou-se artificialmente inflado por causa da civilização tecnológica criada pelos europeus e pode simlesmente desabar dentro dos próximos cem anos devido a guerras, epidemias, desastres naturais e colapso ecológico.
Pessoalmente, posso viver com a China sendo a maior economia do mundo. Entretanto, não posso e não vou aceitar que não haja uma só grande cidade ocidental onde minha filha não possa sair sem ser assediada verbal, física e talvez sexualmente por causa da cor de sua pele, olhos e cabelos. Nós simplesmente não temos outra escolha além de estabelecer ou re-estabelecer países que sejam exclusivos ou esmagadoramente esclusivos para pessoas de origem européia. Este é o de longe o maior desafio que enfrentaremos nos próximos cem anos. Nós faremos isto ou pereceremos.
[Fim do artigo original]

FONTE.

http://veradextra.blogspot.com/2011/05/extincao-dos-europeus.html

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From → internacional

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