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Teacher’s letter to Sen. Russell Pearce

Março 24, 2011

Mar. 21, 2011 08:59 PM
The Arizona Republic

March 15, 2011

Dear Senator Russell Pearce,

I am compelled to write to you about a recent event that occurred to me. I currently work as a substitute teacher in the west valley areas of Phoenix, Glendale, and Peoria. I was called upon to teach history and language arts for 8th grade at a Glendale public school. The number of students I had in each class ranged from 28 to 38 children, which were almost all Hispanic and a couple of Black children. The day started out as usual turning on the television listening and watching the announcements and saying the Pledge of Allegiance. During the Pledge of Allegiance I notice the vast majority of students refusing to stand and say the pledge. I asked the students why they refused to say the Pledge of Allegiance and they responded by saying, “we are Mexicans and Americans stole our land.”

The teacher’s instructions were for the students to read a few pages and answer the questions regarding Mark Twain in their history textbook and to finish their final drafts to Senator Steve Gallardo thanking him for his position on Illegal Immigration rights. Their teacher apparently had showed them a video with Senator Steve Gallardo and Lou Dobbs. Most of the students came unprepared for class not possessing paper and pencil. I provided the students with paper and pencils only to have them wade-up the paper and throw it at each other along with their pencils.

The students’ final drafts that I read were basically the same. Most of them stated they were in the country illegally, White Americans are racist, and that they came here for a better life. I asked the class if America adopted Mexico immigration laws would Americans still be consider racist?

That question they could not answer and called me a racist for asking it. I mentioned that my wife and children are Hispanic so how could I be racist? I asked the students to stop speaking Spanish in class because it was impolite to speak a language in front of people who may not speak that language. Their response was that Americans better learn Spanish and their customs because they are taking their land back from us.

When it came to completing the Mark Twain assignment only 10 students completed it out of all my classes. Most of the students refused to open the book, tore the pages out of the book, or threw the textbooks at each other. I thought are these the students we are trying to educate with taxpayers money. I have found that substitute teaching in these areas most of the Hispanic students do not want to be educated but rather be gang members and gangsters. They hate America and are determined to reclaim this area for Mexico. If we are able to remove the illegals out of our schools, the class sizes would be reduced and the students who wanted to learn would have a better chance to do so and become productive citizens.

I applaud and support your efforts to stop this invasion into our state and country. When the citizens of a country are forced to speak the invaders language, adopt their customs, and forced to support them, are we not a conquer nation? I do not want to see our state and nation turned into a third world country. Thank you for standing up to this invasion. You may contact me by phone, e-mail, or mail. Thank you, again.

Sincerely,

Tony Hill

FONTE.

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From → EUA, internacional

6 comentários
  1. Pedro permalink

    Qual a sua opinião a respeito?

  2. Gunnar permalink

    Primeiro, não sei se o conteúdo da carta é verídico.

    Segundo, embora sem respaldo fatídico, tal conteúdo corresponde ao que verifiquei em minha própria vida escolar.

    O problema da imigração não poderia estar melhor retratado, e, mesmo como registro anedótico, a carta tem seu valor.

    Os EUA e a Europa enfrentam um enorme problema no tocante à imigração, ilegal ou não, de indivíduos de culturas diferentes (quando não opostas) à própria, o que traz várias conseqüencias.

    Mais encargos sociais, mais massa empregável, mais dependentes do estado, choque cultural – e, em muitos casos, uma postura abertamente hostil por parte da cultura invasora.

    O maior problema provavelmente é o caráter de não-adaptação dos imigrantes, que exigem direitos sem estar dispostos a comparecer com a própria obrigação cívica, ou sequer aprender a língua local.

    Mais do que invadir um país bem sucedido, essa turma vem trazer o subdesenvolvimento para o primeiro mundo, tudo sob a sacrossanta bandeira do multiculturalismo.

  3. Puta vespeiro que você foi se meter, héim chapa?

    Desde que vim morar na europa, venho discutindo o tema com cidadãos autóctones e alienígenas (“invasores” é pegar pesado, não?) e depois de quase 10 anos ainda não consegui formar uma opinião sobre o tema.

    Descartes não ajuda aqui e infelizmente não é possível estabelecer uma linha de pensamento simplesmente classificando grupos/tipos/circunstâncias de imigração.

    A Merkel declarou que o modelo “multiculti” falhou na Alemanha, por exemplo, mas é senso comum que sem a imigração turca, os velhinhos alemães não teriam quem pagasse por suas aposentadorias. O mesmo ocorre na Espanha, onde sem a contribuição fiscal latina e do leste europeu, teríamos os vovozinhos e a “juventude parada” (no seguro-desemprego) sem um pau para dar no gato.

    Agora, se meu filho irá estudar em uma escola pública espanhola, alemã ou inglesa onde mais de 40% dos alunos são imigrantes de países terceiro-mundistas? A resposta é não.

    E cá entre nós, falar em “invasão” latina é bastante ingênuo, não? Quem invadiu foram os estado unidenses e quem fez vista grossa para a imigração ilegal foram eles mesmos. Se o número de ilegais não integrados, tanto nos EUA, quanto nos países desenvolvidos da Europa está nos níveis que estão, é porque além de tudo convém aos grandes capitalistas (que ganham com mão de obra barata, se eximem da responsabilidade fiscal e social por estes trabalhadores e ainda contam com os lucros de um mercado consumidor ilegal – já que ninguém consegue viver em um país “desenvolvido” sem consumir, certo?).

    Enfim, longo papo, ainda sem conclusão….

  4. Gunnar permalink

    A Merkel declarou que o modelo “multiculti” falhou na Alemanha

    Merkel é hoje a única cabeça lúcida na Europa.

    sem a imigração turca, os velhinhos alemães não teriam quem pagasse por suas aposentadorias

    1. O sistema previdenciário alemão está falido de um jeito ou de outro. A culpa é dessa estrovenga chamada social-democracia, o comunismo do novo século.

    2. Colocando tudo na balança, eu aposto contigo que a imigração custa mais do que arrecada. Ou seja, pioram ainda mais o já grave problema previdenciário.

    3. Não se trata só de dinheiro. O maior problema é cultural. Aliás, nunca vou esquecer de suas recomendações quando fui me arriscar pelas ruas berlinenses pela primeira vez:

    “Ao chegar em cruzamentos, sempre continue em frente; os motoristas ficarão irritados se você parar, estão acostumados a dar sempre a preferência ao ciclista. EXCETO SE FOR UM TÁXI, fique esperto com os taxistas”.

    “Mas por quê?”

    “São todos turcos”.

    Agora, se meu filho irá estudar em uma escola pública espanhola, alemã ou inglesa onde mais de 40% dos alunos são imigrantes de países terceiro-mundistas? A resposta é não.

    Eles lhe agradecerão.

    E cá entre nós, falar em “invasão” latina é bastante ingênuo, não? Quem invadiu foram os estado unidenses

    Reparação histórica, agora? Ademais, as alegadas “terras conquistadas” pertenceram ao México por uns 25 anos, antes eram da Espanha. Perderam para os EUA na guerra. Vamos mudar as fronteiras do mundo todo para seu estado pré-guerra? Mas pré QUAL guerra, já que guerreamos desde que existimos? Os brasileiros iriam pra onde, por exemplo?

    quem fez vista grossa para a imigração ilegal foram eles mesmos.

    Isso é verdade, e é uma vergonha.

    Se o número de ilegais não integrados, tanto nos EUA, quanto nos países desenvolvidos da Europa está nos níveis que estão, é porque além de tudo convém aos grandes capitalistas

    Estava demorando para aparecer o velho e bom “é tudo culpa do malvado capitalismo. Feio e bobo”.

  5. Eu não estava falando em exatamente “culpa” do capitalismo. A questão, é que se a situação está como está, é por que a alguém convém.
    Podem estar todos os velinhos catalães aqui reclamando da imigração dos latinos e marroquinos, mas se as “autoridades” não fazem nada, é porque tão mal assim pras grandes multinacionais (perdão por haver usado o termo “grandes capitalistas” antes) não está. Muito pelo contrário.
    Resumindo, é fácil culpar o mais fraco (imigrantes terceiromundistas ignorantes e marginais a cultura acolhedora – leiam todas as palavras no sentido literal e não pejorativo, por favor).
    O que proponho é apenas uma mudança de foco. Quer culpar alguém pelo “downhill” cultural que países como Alemanha, França, Espanha e Inglaterra estão vivendo por causa da imigração de baixo nível? Culpe os homens de cartola e charuto, não neguinho banguela que vem atrás de um iPod e uma TV de plasma.
    Ah, e relaxa, que não sou vermelho e não acho que é tudo culpa do capitalismo. Muito pelo contrário… 😉

    • Gunnar permalink

      Eu não culparia os “homens de cartola e bengala” de modo geral, mesmo porque justamente eles geram o emprego através do qual a prosperidade é possível – inclusive os empregos atrás dos quais a horda imigrante vem.

      Mas atribuo sim boa parte da culpa às ditas elites, econômicas, políticas e “intelectuais”, que deixaram de ser elites intelectuais a muito tempo. Culpo antes por omissão do que por qualquer outra coisa. E é claro que a muitos a situação e a “comunização” política convém. No final, quem realmente acaba se fodendo é a classe média, que paga pelos caprichos dos ricos e políticos e sustenta os programas sociais dos pobres através da carga tributária abusiva. No entanto, esse oportunismo de ocasião é um tiro no pé, no longo prazo vai ferrar para todo mundo. Omissão e visão curta.

      Mas aí entra-se em outra seara, bem mais complexa, a cuja discussão não pretendo me dedicar nesse humilde espaço. Talvez devêssemos começar um fórum, hehe.

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