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ONU AFIRMA IMPOSSIBILIDADE DE PROVAR RELAÇÃO ENTRE ARMAS E HOMICÍDIOS

 

 

 

 

 

 

Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line

 

 

Relatório da ONU põe Desarmamento em Dúvida 

Um estudo das Nações Unidas sobre os homicídios em âmbito mundial está tirando o sono dos defensores do desarmamento como política de segurança pública. De acordo com o estudo, não há como se estabelecer cientificamente uma relação entre a quantidade de armas em circulação e as taxas de homicídio, sendo possível, inclusive, que esta correlação se opere de forma inversamente proporcional.

O relatório, no início deste mês, é fruto de um acurado estudo do Escritório da ONU para Drogas e Crimes (UNODC) e vem sendo considerado por especialistas em segurança pública um importante marco para a desmistificação da tese de incremento da violência em face do acesso às armas de fogo. “É a primeira vez que um documento oficial das Nações Unidas reconhece inexistir comprovação científica de que a redução na quantidade de armas em circulação possa reduzir a criminalidade, fato que, até então, vinha, equivocadamente, sendo tomado como verdade absoluta”, é o que afirma Bene Barbosa, especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil.

Para Barbosa, alguns aspectos do relatório são cruciais para o entendimento do fenômeno da violência: “primeiro, temos que considerar a contundente afirmação registrada no relatório de que a absoluta maioria dos proprietários de arma de fogo não tem nenhuma correlação com atividades criminosas e usam estas para finalidades lícitas, como instrumento de defesa. Isso já demonstra uma forte mudança conceitual da ONU, ao admitir que armas são, sim, também destinadas à preservação da vida das vítimas, para o que, inclusive, foram considerados estudos até então renegados, como os do Professor Gary Kleck”. O especialista prossegue frisando o levantamento de dados sobre locais em que há muitas armas e poucos crimes, ou o oposto: “o segundo aspecto é o também inédito registro, em um estudo da ONU, de que a relação entre armas e homicídios é completamente falha, pois são vários os exemplos de locais em que o acesso àquelas é facilitado e as taxas de homicídio são baixas, da mesma forma que, em outros locais com armamento escasso, os homicídios são altíssimos”.

Já para o pesquisador em segurança pública Fabricio Rebelo, que coordena a ONG Movimento Viva Brasil na Região Nordeste, o estudo, embora realmente deva ser considerado uma significativa quebra de paradigma na abordagem do assunto, há de ser recebido com naturalidade: “desde a divulgação do ‘Mapa da Violência 2011’, em fevereiro, já havia ficado claro que, no Brasil, a relação entre a quantidade de armas em circulação e a de assassinatos é imprópria, pois que a região do país campeã em tais crimes é exatamente a mesma onde há menos armas em circulação: o Nordeste.” Para o pesquisador, “o relatório da ONU é a ratificação, em âmbito mundial, do quanto todos os estudos sérios sobre o assunto já vinham demonstrando, ou seja, que não há qualquer relação entre a facilidade de acesso do cidadão às armas de fogo e o aumento nas taxas de homicídios, os quais, em verdade e como também registra o estudo, estão diretamente relacionados às atividades criminosas, como o tráfico de drogas”.

“As informações contidas no relatório, tendo como origem justamente a entidade que mundialmente mais vinha se empenhando pelo desarmamento, deve, no mínimo, promover uma profunda reflexão técnica naqueles que, até hoje, defendem a tese apenas por uma questão de ideologia”, conclui o Rebelo.

O relatório do estudo, na íntegra, pode ser acessado na página oficial do Escritório da ONU para Drogas e Crimes – UNODC (http://www.unodc.org).

Este texto pode ser livremente publicado, desde que em sua íntegra.

Informações adicionais para a imprensa

Comunicação +
Contatos: Gislene Rosa
Tel.: 11 38742020 ramal 2054

 

FONTE.

Europa quebrada, sonho acabado

Escrito por Gary North | 01 Outubro 2011
Artigos – Globalismo

Os promotores da New World Order estão apertando as mãos e pedindo: “Nós trabalhamos tanto para passar este acordo. Nós ainda não terminamos nossos planos. Agora eleitores estão tentando matá-lo. Não é justo!”

 

A União Monetária Européia (UME) vai quebrar.  Isto será seguido por um desmembramento da União Européia.

Este fato é negado pelos promotores da New World Order (NWO) da unificação internacional.  Eles têm planejado isso desde o fim da primeira Guerra mundial.  Eles vêm implementando isso ativamente, em segredo, desde os anos 50.  Eles usaram tratados para passar essa unificação política.  Eles usaram a unificação econômica como isca.  O gancho da unificação política sempre esteve na isca.

A ameaça que a NWO enfrenta é que a isca se tornou um veneno.  A UME é baseada em um banco central comum e em uma moeda comum.  Mas sem um sistema de governo comum, não pode haver união fiscal.  Não pode haver um plano centralizado por meios keynesianos.

O nacionalismo implícito pela manipulação fiscal keynesiana levou à crise grega.  A UME paira sobre uma premissa improvável: a sabedoria dos banqueiros comerciais europeus (BCE), que passaram suas carreiras nos altamente regulados mercados domésticos.  Antes, banqueiros de grandes bancos poderiam sempre contar com seus bancos centrais nacionais para socorrê-los.  Mas, nesta nova ordem bancária mundial, o banco central europeu não tem a flexibilidade para salvar todos os grandes bancos nacionais que estão vivendo turbulência.  Alguns membros do conselho do BCE são parte do eixo germano-holandês, o que favorece a redução monetária e os preços estáveis.  O conselho deve acalmá-los a certo ponto. Isto reduz o tempo de resposta do BCE.

A linha de pensamento da UE e do BCE é de que não há nenhum problema ou série de problemas enfrentados pelo governo central.  Eles insistem que os problemas atuais são temporários.

Nos já ouvimos tudo isso anteriormente.

O colapso do comunismo
O maior acontecimento da minha vida foi o suicídio da União Soviética em 31 de dezembro de 1991.  O império comunista caiu sem que um tiro fosse disparado.  Oficiais superiores do partido comunista saquearam os fundos do partido e enviaram o dinheiro para contas em bancos suíços.  Em seguida, eles privatizaram os principais ativos econômicos do estado para que eles e seus comparsas se tornassem incrivelmente ricos.

O segundo maior acontecimento foi à decisão de Deng Xiaoping em 1978 de liberar a agricultura chinesa.  Isto levou ao crescimento econômico mais rápido da história.  Nada como isso já aconteceu com tamanho número de pessoas.  O crescimento da economia per capita da Coréia do Sul de 1950 a 1990, foi maior, mas a Coréia do Sul era uma nação muito menor.

O comunismo foi à ideologia tirânica mais poderosa na história do homem. O comunismo falhou operacionalmente na União Soviética em menos de 75 anos.  A China comunista falhou em menos de 30 anos.

A lógica do dinheiro seduziu a vanguarda do proletariado. A inevitável vitória socialista foi exposta como uma fraude gigante. A religião messiânica do marxismo afundou com os dois navios comunistas.

Hoje, o exército esfarrapado de professores marxistas nas universidades do ocidente tem como modelos de sobrevivência apenas Cuba e a Coréia do Norte. A foto de satélite das duas Coréias — luzes brilhantes no sul, uma luz no norte — é o epitáfio mais poderoso que existe do comunismo.

Agora mais uma vitoria da liberdade sobre as políticas centralizadas está em andamento.  Isto está acontecendo no oeste europeu, e isto não será revertido.  O garoto propaganda da New World Order — a União Européia — começou a desmoronar.  Nada irá reverter este fato.

Existem alguns no ocidente que irão negar.  Também existem aqueles que de 1992 até hoje insistem que o colapso da União Soviética foi na verdade um grande engano.  Os comunistas ainda estão no controle, dizem eles.  Essas pessoas não admitem que o comunismo perdeu a batalha.  Como os comunistas originais, eles acreditam na soberania absoluta do poder político.  Eles acreditam que o ocidente não poderia ter ganhado, porque os comunistas eram melhores na intriga e no poderio militar.  Mas o ocidente ganhou, porque os líderes comunistas desistiram do sonho de um mundo socialista e decidiram seguir o dinheiro.

Vou contar como que eu sei que os comunistas fracassaram completamente.  Primeiro, o novo governo russo mudou o nome das cidades principais de volta para os seus nomes pré-Bolchevique.  Leningrado se tornou São Petersburgo.  Stalin mudou o nome de Volgagrado para Stalingrado em 1925.  Khrushchev mudou de volta em 1961 como parte do seu programa de “de-Stalinização”.  Ambas as mudanças revelaram a natureza dos políticos na Rússia.  Os nomes das cidades eram testemunhas do poder dominante.  Por isso que as mudanças de nome depois de 1991 foram significantes.

Segundo, multidões derrubaram estátuas de lideres soviético.  Uma das estátuas que desapareceram foi a de Pavlik Morozov, o garoto de 13 anos que denunciou seu pai.  Ele foi transformado em herói por Stalin depois de seu assassinato aos 15 anos.  Ele executou os parentes do garoto pelo crime, apesar de todos terem negado envolvimento no crime.  A história de Morozov era ensinada as crianças soviéticas até o fim do regime.  Sua estátua desapareceu do parque público construído em sua homenagem.

A queda da União Soviética não foi um engano.  Foi real.  Aconteceu há duas décadas.

Há outra queda se aproximando.

Do colapso à separação
Eu vou dizer novamente.  O colapso da União Monetária Européia vai ser seguido pela separação da União Européia.

A UME está se rompendo.  Alguns colunistas do ocidente estão agora admitindo isso.  No geral, entretanto, o caminho seguido pelas linhas de comunicação é o mesmo seguido pelos burocratas da UE: “A crise na Grécia é uma aberração temporária. Ela será resolvida pela UE, FMI, e pelas políticas dos banqueiros europeus.”

O problema com esta afirmação é que a Grécia continua a queimar.  Taxas de juros de curto-prazo estão acima de 100%, indicando a perda de confiança por parte dos investidores na capacidade do governo grego em pagar seus juros em euros.  Se a UE, o FMI, e o BCE tivessem um plano para lidar com o problema na Grécia — sua incapacidade iminente para fazer pagamentos de juros em euro — eles o teriam implantado.  Eles continuam anunciando “empréstimos-ponte” temporários.  Estes “empréstimos-ponte” são na realidade empréstimos sem fundos.  É presumido que todos sabem disso, porém eles não investem adequadamente.  Os vários giros nos mercados de ações europeus indicam que a esperança e o medo estão equilibrados, ao contrário de qualquer orçamento do governo.

A esperança vai se transformar em medo enquanto a realidade aparece.  O que é realidade?  Que grandes bancos europeus compraram títulos do governo grego, porque eles assumiram que nenhum membro da UME iria sair em omissão a dívida em euro.  Mas é claro que isto é exatamente o que a Grécia fará.  O calote é estatisticamente inevitável.  O buraco é um poço sem fundo.

O euro foi o garoto propaganda da unificação européia, assim como a unificação européia era o garoto propaganda da NWO para a unificação mundial, o sonho da Comissão Trilateral.  O euro foi empurrado goela abaixo dos bancos centrais europeus em 1999.  Eles desfrutavam de uma autonomia considerável.  Políticos nacionais também ressentiam o fato de que eles não teriam mais muita influência nos negócios monetários domésticos.  Eles passaram a ter que convencer os banqueiros do Banco Central Europeu a seguir políticas que sustentariam o estado de bem-estar social.

Este mundo se foi, mas existem políticos nas nações PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) que gostariam muito de restaurá-lo.  Eles estão sendo pressionados por eleitores para se libertarem dos programas de “austeridade” que estão sendo enfiados em suas gargantas pelo FMI e pelo BCE.

A Bíblia ensina, “O rico domina o pobre, e quem pede emprestado é servente de quem empresta” (Provérbios 22:7).  Isso incomoda os devedores.  A Bíblia também ensina, “O ímpio toma emprestado e não paga” (Salmo 37:21a).  Isso incomoda muito os devedores.  “Isto é um insulto a nossa integridade!” Então, quando seus governos anunciam cortes limitados no gasto doméstico, os trabalhadores ameaçados tomam as ruas.  “Você nos deve o que você nos prometeu!”

Resumindo, eleitores querem impor austeridade nos credores.  Eles não querem credores impondo austeridade nos seus governos de bem-estar social.

Alguns grupos interessados vão ser inflexíveis.  Na opinião da UE, BCE, FMI os funcionários de países com grande dívida serão inflexíveis.  Na opinião dos sindicatos gregos os burocratas da BCE, FI, UE vão ser inflexíveis.  Políticos das nações PIIGS alegam que ninguém vai ser inflexível se o BCE, FMI, e a UE emprestarem mais dinheiro.  Os banqueiros querem que a UE e o BCE sirvam de provedores de última instância para os bancos, para que, quando os PIIGS derem calote, os banqueiros não percam seus bônus.  Eleitores na Alemanha não querem ficar presos com as contas a pagar dos PIIGS ou bancos.  Investidores no mercado de ações da Europa parecem Rodney King ao dizer. “Não é possível todo mundo se dar bem?”

Os promotores da New World Order estão apertando as mãos e pedindo: “Nós trabalhamos tanto para passar este acordo. Nós ainda não terminamos nossos planos. Agora eleitores estão tentando matá-lo. Não é justo!” Eu penso em uma cena clássica que melhor descreve o atual predicamento da NWO.

Os melhores planos
Wall Street Journal publicou um relatório sobre a repartição da EMS.  Eu gostei da maneira que este começou:

Quando a história da ascensão e da queda do oeste europeu pós-guerra for algum dia escrito, ela será lançada em três volumes.  Vamos chamá-los de “Fatos Concretos,” “Ficção Conveniente” e — o volume que ainda está sendo escrito — “Fraude.”

O autor diz que os fatos concretos foram necessidades militares do pós-guerra.  A Guerra fria começa.

O próximo fato concreto foi o dinheiro.  Ele corretamente identifica este como “o presente de Ludwig Erhard, autor das reformas econômicas que criaram o marco alemão, aboliu o controle de preços, e colocou a inflação em controle por gerações.” Erhard foi um discípulo de Wilhelm Roepke, que foi um discípulo de Ludwig von Mises.  Em junho de 1948, Erhard unilateralmente aboliu inteiramente o sistema militar aliado de controle de preços, moeda fiduciária, e racionamento.  No dia seguinte — literalmente — o “milagre econômico alemão” começou.

O autor continua: “O terceiro fato concreto foi a criação do mercado comum de Jean Monnet que deu a Europa uma economia compartilhada — não política — idêntica.” O autor foi enganado pela última fraude. Monnet estava trabalhando para a unificação política desde que ele e Raymond Fosdick, agente de John D. Rockefeller Jr., sentaram-se juntos na conferência da paz de Versailles em 1919.  Em 1919, Fosdick enviou uma carta a sua esposa.  Ele disse a ela que ele e Monnet estavam trabalhando diariamente para lançar as bases “do quadro de governo internacional.” [31 de  julho de 1919; em Fosdick, ed., Letters on the League of Nations (Princeton, New Jersey: Princeton University Press, 1966), p. 18.]  Fosdick retornou a Nova York em 1920, onde ele assumiu a Fundação Rockefeller pelos próximos 30 anos.

Monnet era o homem de frente para a New World Order.  Ele promoveu unificação política envolvendo-a em princípios de unificação econômica.

O autor precisamente descreve o suicídio do oeste europeu.

Em 1965, gastos do governo como percentual do PIB eram em média 28% no oeste europeu. Hoje paira há um pouco menos de 50%. Em 1965, a taxa de fertilidade na Alemanha era um saudável 2.5 crianças por mãe. Hoje é um catastrófico 1.35.  Durante os anos pós-guerra, o crescimento anual do PIB na Europa era em média 5.5%.  Depois de 1973, raramente excedeu 2.3%.  Em 1973, europeus trabalhavam 102 horas para cada 100 trabalhadas por um americano.  Em 2004 eles trabalharam apenas 82 horas para cada 100 trabalhadas por um americano.

Ele argumentou que “Foi durante esta desaceleração geral que a Europa entrou na conveniente fase de ficção.” Uma ficção de que adicionando novos membros a UE iria permitir a economia européia a rivalizar com a produção Americana.  Outra ficção era de que havia um núcleo central de visões e valores que unificariam a nova coletividade. Aqui, ele é terrivelmente ingênuo. Que tinha sido a hipótese da Organização das Nações Unidas desde o começo, e da Liga das Nações antes dele. Este era o coração da visão de Monnet.  Isso não começou em 1973.

E houve, finalmente, a ficção gritante que a Europa tinha seu próprio “modelo,” distinto e superior ao modelo americano, que a imunizou de correntes internacionais: globalização, Islamismo, demografia.  Os europeus amam seus feriados e eles pensaram que tinham direito a um longo feriado da história também.

Ele acertou essa!

Depois ele listou as fraudes.  Primeiro, a Grécia foi autorizada na União Monetária Européia.  Mas isso não era uma fraude.  Os críticos nos anos noventa disseram que todas as nações do Club Med teriam déficit.  Eles alertaram que o euro não conseguiria aguentar.

Não houve fraude ao deixarem os PIIGS entrarem no bloco.  Isto era fundamental para a visão de Monnet de 1919.  Isto tinha que funcionar.  Isto é ordenado a funcionar.  Esta é a religião da NWO.

Os banqueiros não PIIGS pensaram que iria funcionar.  Eles se sobrecarregaram de dívidas dos PIIGS.

Isso não era uma fraude.  Isto era uma implementação de uma religião profundamente política.  Este foi um autoengano em escala continental.

No entanto, ele está certo sobre este ponto.

Houve a fraude do chamado critério de Maastricht — as leis fiscais que deveriam governar o euro apenas para serem rapidamente desrespeitadas pela França e Alemanha e depois jogadas na crise atual. Houve a fraude da Constituição Européia, esmagadoramente rejeitada sempre que um voto nela fosse permitido, apenas para ser revisada e imposta por decreto parlamentar.

O que esta acontecendo agora na Europa não é bem uma crise como é uma exposição: um evento do tipo Madoff ao invés de um Lehman.  O choque é que é um choque.  A Grécia nunca que seria socorrida e irá, cedo ou tarde, dar calote.  Os bancos detentores da dívida grega serão, cedo ou tarde, recapitalizados.  A recapitalização virá de contribuintes alemães, e isso irá colocá-los — mais cedo do que tarde — no limite de sua paciência. Os chineses não irão ao resgate: Eles sabem que não se deve gastar bom dinheiro em mau dinheiro.

E depois a Itália será a nova Grécia.  A crise européia chegará as costas dos EUA, e os problemas econômicos americanos vão para as costas europeias — um tsunami de mão-dupla.

Ele vê que esta fraude não vai se segurar.  Há uma razão para isso.

A “união fiscal” que está sendo debatida nunca irá passar:  Eleitores alemães não a querem, assim como nenhum outro país que quer manter independência fiscal — o que quer dizer, o principal atributo da soberania democrática.

Ele faz uma previsão: “O que vem a seguir é a explosão do projeto europeu.” Então ele faz uma avaliação: “Dado o que os líderes europeus fizeram deste projeto nos últimos 30 e poucos anos, isto não é uma coisa totalmente ruim.” Eu digo não.  Isto é ótimo.  Isto é, em fato, a melhor coisa que provavelmente vai acontecer nas primeiras duas décadas do século XXI.  Isto é a extensão das duas separações do século XX.

Mas isso chegará com um custo altíssimo.  Os distúrbios de Atenas tornar-se-ão os de Milão, Madrid e Marselha.  Partidos a margem ganharão forças.  Postos de fronteira irão voltar, moedas serão ressuscitadas, e depois desvalorizadas.  Países escolherão decadência ao invés de reforma.  Isto é um longo desfile de horrores.

Conclusão
O preço da separação do BCE, da UME, e da EU será alto por causa das fraudes e ficções convenientes que a precederam.  Se eleitores europeus não tivessem criado um estado de bem estar social, se eles não tivessem consentido com uma moeda comum, mas ao invés tivessem abolido todos os bancos centrais e tivessem permitido a competição entre moedas, e se eles tivessem abolido tarifas e não criado uma monstruosidade burocrática de agências não governamentais com poder de governo — a WTO e seus amigos — o preço de transição seria baixo. Mas eles escutaram a Monnet.  Eles agora pagaram o preço.

Assim como todos os seus parceiros comerciais.  Assim como os grandes bancos americanos que venderem seguros de inadimplência de crédito para bancos europeus.

 
Tradução: Diego Santos

Gary North , ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor de vários livros sobre economia, ética e história. Visite seu website

 

Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

 

 FONTE.

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Por Reinaldo Azevedo
 
 
Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. Motivo: ele é cristão

Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. Motivo: ele é cristão

 

Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…

O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.

Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.

Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.

FONTE.

brasileiro NÃO é pacífico

Falando em discursos, a Dilma andou repetindo novamente a velha ladainha de que “brasileiro é um povo pacífico”.

Balela.

Eu quero que alguém me mostre o que tem de pacífico num país que carrega o nada honorável título de Campeão Mundial de Homicídios. São 50 mil brasileiros por ano, que só não protestam contra esse cinismo ufanista porque estão a sete palmos do chão.

Querem outro exemplo?

Eu quero que alguém tente dirigir, ou, muito pior, pedalar ou caminhar pelas ruas de qualquer grande capital brasileira. O pedestre terá sorte se encontrar uma calçada em condições de uso, e pisar na faixa de pedestres é quase como colocar um pé na ante-sala do purgatório. Quem pode, corre para não ser atropelado. Velhos e deficientes nem se arriscam a sair nessa selva. Ser ciclista, então, é como carregar um alvo grudado na bunda.

Somos o quinto no mundo no ranking de mortes no trânsito. Mais de 35 mil por ano.

Mas nem precisamos de números. Qualquer freqüentador da vida noturna, principalmente se for do sexo masculino, sabe da lei da selva que reina. É praticamente uma disputa animal, que muitas vezes se restringe a olhares e medições de força à distância, mas não raro descambam nas vias de fato. A tensão é constante e uma briga é sempre iminente.

Mas nossos líderes adoram fingir que nada disso acontece. E a gente acredita. O brasileiro acredita que é “da paz” e que os loirinhos do lado de cima do globo é que são burucutus.

O pior é que essa bobagem sempre samba na boca de “otoridades” brasileiras em contextos de crítica a países europeus ou aos EUA. A penúltima vez que a Dilma soltou algo do tipo foi se referindo à chacina do malucão norueguês, dizendo que o fato seria especialmente chocante para os brasileiros devido a essa “não ser nossa característica”. E não é mesmo. Nossa característica é muito pior. A chacina norueguesa triplicou o índice anual de assassinatos do país; aqui não faria nem cócega.

Brasileiro é brigão, mal-educado, egoísta, ignorante, briguento, agressivo e amoral.

Ah sim, e pretensioso.

Alguém me lembrou que somos felizes. E eu sou obrigado a concordar. Sim, somos felizes. Um dos povos mais felizes do mundo, provavelmente. Mas, lembrando os índices que citei acima, não sei se isso é realmente uma virtude. Um povo que é feliz e faz carnaval apesar dessa carnificina toda, ou é muito burro ou sádico mesmo.

Lula esbanja bobagem na França e encanta a todos. A Europa não está no vinagre por acaso

por Reinaldo Azevedo

 

Andrei Netto conta no Estadão, em detalhes, como foi a cerimônia de entrega a Lula do título de doutor honoris causa no Instituto de Estudos Políticos (Sciences-Po). Leiam. Volto em seguida:

*
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma recepção de pop star hoje, em Paris, durante a cerimônia de entrega do título de doutor honoris causa pelo Instituto de Estudos Políticos (Sciences-Po), o maior da França. Em seu discurso, o ex-chefe de Estado enalteceu o próprio mandato e multiplicou os conselhos aos líderes políticos da Europa, que atravessa uma forte crise econômica. Antes, durante e depois, Lula foi ovacionado por estudantes brasileiros, na mais calorosa recepção da escola desde Mikhail Gorbachev.

A cerimônia foi realizada do auditório do instituto, com a presença de acadêmicos franceses e de quatro ex-ministros de seu governo: José Dirceu, Luiz Dulci, Márcio Thomaz Bastos e Carlos Lupi. Vestido de toga, o ex-presidente chegou à sala por volta de 17h30min, acompanhado de uma batucada promovida por estudantes. Ao entrar no auditório, foi aplaudido em pé pela platéia, aos gritos de “Olé, Lula”.

Em seguida, tornou-se o primeiro latino-americano a receber o título da Sciences-Po, já concedido a líderes políticos como o tcheco Vaclav Havel. Em seu discurso, o diretor do instituto, Richard Descoings, se disse “entusiasta” das conquistas obtidas pelo Brasil no mandato do petista. “O senhor lutou para que o Brasil alcançasse um novo patamar internacional”, disse, completando: “Não é mais possível tratar de um assunto global sem que as autoridades brasileiras sejam consultadas”.

Autor do “elogio” a Lula – o discurso em homenagem ao novo doutor -, o economista Jean-Claude Casanova, presidente da Fundação Nacional de Ciências Políticas, lamentou que a Europa não tenha um líder “de trajetória política tão iluminada”. Casanova pediu ainda que Lula aproveitasse “sua viagem para dar conselhos aos europeus” sobre gestão de dívida, déficit e crescimento econômico.

Conselhos e euforia
Lula aceitou o desafio e encarnou o conselheiro. Em um discurso de 40 minutos, citou avanços de seu governo, citando a criação de empregos, a redução da miséria, o aumento do salário mínimo e a criação do bolsa família e elogiou sua sucessora, Dilma Rousseff. “Não conheço um governo que tenha exercido a democracia como nós exercemos”, afirmou, no tom ufanista que lhe é característico.

Então, lançou-se aos conselhos. Primeiro criticou “uma geração de líderes” mundiais que “passou muito tempo acreditando no mercado, em Reagan e Tatcher”, e recomendou aos líderes da União Européia que assumam as rédeas da crise com intervenções políticas, e não mais decisões econômicas. “Não é a hora de negar a política. A União Européia é um patrimônio da humanidade”, reiterou.

Voltei
De certo modo, isso explica por que a Europa está em crise, não é mesmo? Um mundo em que Lula dá aula — superestimando a própria obra no limite da indecência — vive uma crise talvez inédita de liderança. “Ah, isso é inveja…” Podem babar à vontade, mas um sujeito que, numa cerimônia como essa, critica governantes da estatura de Thatcher e Reagan é só um megalômano enfatuado. Ela deixou o governo da Grã-Bretanha, que tirou da estagnação, em 1990 — há 21 anos! Sua obra foi de tal sorte marcante que os Trabalhistas tiveram de virar a própria mesa. Reagan encerrou seu segundo mandato em 1989, há 22 anos. Foi o presidente mais popular do século em seu país em razão das medidas que implementou na economia. Teve destacado papel no fim da Guerra Fria. Na França, o discurso faz sucesso. Não gostam muito de ingleses e americanos… Bem, é forçoso dizer que já se aplaudiu gente muito pior por lá.

E, como viram, José Dirceu, o “chefe da quadrilha”, estava na platéia.

FONTE.

não foi por falta de aviso

Influência dos radicais islâmicos causa preocupação

 

Rod Nordland / NYT – O Estado de S.Paulo

Na Líbia pós-Kadafi que começa a emergir, o mais influente entre os políticos deve ser Ali Sallabi, que não conta com nenhum título formal, mas inspira muito respeito como estudioso do islamismo e orador populista que desempenhou um papel instrumental na liderança do levante em massa. O mais poderoso dentre os líderes militares é Abdel Hakim Belhaj, ex-líder de um grupo radical antes suspeito de associação com a Al-Qaeda.

A crescente influência dos radicais islâmicos na Líbia leva a difíceis perguntas a respeito das características finais do governo e da sociedade que vão substituir a autocracia de Muamar Kadafi. Os EUA e os novos líderes da Líbia dizem que os fundamentalistas estão indicando a intenção de se dedicar ao pluralismo democrático. Dizem que não há motivo para duvidar da sinceridade dos radicais.

Mas, assim como ocorre no Egito e na Tunísia, a mais recente sublevação da primavera árabe depôs um ditador que tinha suprimido os fundamentalistas islâmicos, e há sinais preocupantes a respeito do tipo de governo que se seguirá. É difícil saber qual será a forma do governo líbio, cujo espectro de possibilidades vai do modelo turco de pluralismo democrático até a bagunça do Egito, considerando como pior hipótese uma teocracia como a do Irã xiita ou de modelos sunitas como o Taleban ou mesmo a Al-Qaeda.

Milícias radicais na Líbia recebem armas e financiamento diretamente de benfeitores estrangeiros como o Catar; um membro da Irmandade Islâmica, Abdel al-Rajazk Abu Hajar, lidera o Conselho Municipal que governa Trípoli.

Belhaj tornou-se tão influente que agora busca substituir Mahmoud Jibril, economista formado nos EUA que atua como premiê do governo interino. O motivo: críticas que Jibril teria feito indiretamente aos radicais.

Num levante que apresentou ao mundo um rosto liberal e ocidentalizado, a crescente influência dos fundamentalistas tem sido acompanhada atentamente pelos EUA e aliados da Otan. A crescente influência dos radicais é refletida na sua disposição em desempenhar um papel político. Até recentemente, os fundamentalistas tinham mantido sua presença discreta, e muitos dos representantes seculares do governo líbio hesitavam em criticá-los. Mas parece que isto está mudando. Depois que Jibril apareceu em Trípoli recentemente e criticou indiretamente as manobras políticas dos fundamentalistas que, segundo ele, seriam prematuras, Belhaj e Sallabi começaram a sugerir a substituição dele.

Sallabi disse que Jibril, bem como o ministro do petróleo e das finanças, Ali Tarhouni, também formado nos EUA, estariam “abrindo o caminho para uma nova era de tirania e ditadura”, de acordo com a Al-Jazira. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

 

FONTE.

The Evil Has Landed

Minha homenagem, um pouco atrasada, às vítimas e heróis do 11/9. Para nunca esquecer.
 
 
 
Testament – The Evil Has Landed
 
 
 
The sky began to fall
Ripping open a path up to heaven
Time slowed to a crawl
Early morning September eleven
Steel crumbling frames
The scales of justice are decimated
Hate ignites the flames
New York City incinerated
See the flames on the river
Is this our judgment day?
Praying hands of a killer
When evil flies our wayOur way…The towers got hit
A steel bird with wings of destruction
As the buildings split
The skyline has been deconstructed

So many people killed
Two thousand nine hundred seventy four
Innocent blood spilled
Extremists plotting a holy war

 
Will you please reconsider
Is this our judgment day?
Time to stand and deliver
When evil flies our wayFlies our way…We will pick up the pieces
We never cast the first stone
Through all of the bereavement
We will rebuild our home